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No interior da Inglaterra existe um pequeno povoado onde todas as mulheres são lindas e aos 18 anos se tornam vampiras lésbicas que adoram ficar seminuas e atacar os moradores do lugar. Essa é a premissa básica de Lesbian Vampire Killers, ou Matadores de Vampiras Lésbicas, novo filme do diretor britânico Phil Claydon, que, ao contrário de gerar  repulsa entre os conservadores no Reino Unido, virou um projeto cult, admirado por todos os nerds tarados do multiverso.
A grande sacada de Matadores de Vampiras Lésbicas é o uso desavergonhado de personagens-estereótipos de filmes “B” para dar uma cara de cinetrash e assim escamotear a comédia. Aí entram as vampiras lésbicas lindas e sedutoras, que usam pouquíssima roupa e ficam acariciando umas às outras enquanto os “mocinhos” correm por suas vidas. Na verdade, o terror do filme está no plano da imaginação, pois é o sarcasmo afiado de Claydon que dita o ritmo do longa com suas piadas bacanas e muito politicamente incorretas.
Jimmy (Mathew Horne) e Flecht (James Corden) são os dois nerds que depois que o primeiro leva um chute da namorada e o segundo perde o emprego de palhaço de festas infantis por ter maltratado as crianças, decidem ir acampar no interior do país, em uma aldeiazinha no meio do nada, onde logo ao chegarem são enganados pelos moradores do lugar para servirem de jantar para as tais vampiras lésbicas. No caminho para a cabana encontram quatro beldades que curiosamente seguem para a mesma cabana, após também serem enganadas pelo dono do bar.





A fotógrafa Lola tem aversão por horários estreitos. Agora ela terá que correr para entregar uma encomenda em menos de uma hora e disso depende o futuro profissional de sua namorada Casey.










Mel, ao ser confundida com um garoto, não desfaz o engano e a partir daí a situação complica-se cada vez mais. Principalmente porque a garota pela qual ela se apaixona tem um namorado muito ciumento e possessivo, uma "melhor" amiga não muito confiável e uma mãe que namora um policial.